terça-feira, 24 de março de 2009

Estes fatores podem ter tido a ver com:

A devastação económica em toda a Europa depois da Primeira Guerra Mundial
A falta de orientação em muitas pessoas depois da queda da monarquia em muitos países europeus
A fama de envolvimento judaico em aproveitamentos ilegítimos com a Primeira Guerra Mundial
A rejeição do comunismo
A influência das comunidades de língua alemã
As dificuldades das classes trabalhadores e a crise econômica

O termo "nazista" na cultura popular
As múltiplas atrocidades e ideologia extremista que os nazistas seguiram tornaram-nos tão dignos de nota na linguagem popular como na história. O termo "nazista" ou, no português europeu, "nazi", é usado de diversas formas. É frequentemente utilizado para descrever grupos de pessoas que tentam impor soluções impopulares ou extremistas à população em geral, ou então que cometem crimes e outros tipos de violações sobre terceiros sem mostrar remorso. Israel é um alvo comum e extremamente controverso do termo "nazista", quando aplicado ao modo que eles, os judeus, tratam os palestinianos e as suas políticas racialistas.

Alguns dos usos do termo que se vêem na cultura popular são extremamente ofensivos. Frases como "nazista do software livre" ou "feminazi" são dois exemplos de usos particularmente objetáveis. Mesmo muitos dos que mais fortemente se opõem ao movimento do Software Livre não gostam do que encaram como a trivialização dos nazistas.

O termo, usado tão frequentemente que inspirou a "lei de Godwin" que diz que "com o prolongamento de uma discussão online, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo os nazistas ou Hitler aproxima-se de um". Talvez esteja a acontecer o mesmo que com outras palavras ofensivas e a comunidade esteja a reclamar o termo.

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